Archive for May, 2007

May 30 2007

Comunicado 2

Publicado por joaomicuansky Seções Cinema e TV, Comunicados

Pessoal, como já havia dito antes, estou meio ausente do mundos dos blogs, mas apartir desta sexta-feira coloco a minha critica de “Piratas do Caribe 3″. Por causa de forças maiores, também não tive a oportunidadde de fazer comentarios nos blogs de voçês, mas apartir de sexta também começo a voltar a faze-lo.
O blog foi indicado ao prêmio internacional Blogger’s Choice Awards na categoria “melhor blog em língua estrangeira”, se possivel vote nele aqui, para termos a chance de ganhar o prêmio.
É necessário cadastro, mas é rápido e indolor. Os vencedores serão anunciados no dia 10 de Novembro, na PostieCon em Las Vegas.

Até sexta.

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May 22 2007

Comunicado

Publicado por joaomicuansky Seções Cinema e TV, Comunicados

Pessoal, estive um pouco afastado do blog mais estou voltando a ativa, porém isso só deve começar direito daqui a duas semanas, mas o blog já foi atualizado.

Abaixo está um post sobre a magnífica série, “Studio 60 on the Sunset Strip”, e mais abaixo a critica de Grindhouse, que apesar de já ter baixado, ainda verei-o mais uma vez, só que dessa vez no cinema.

Até mais

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May 22 2007

Studio 60 on the Sunset Strip

Publicado por joaomicuansky Seções Cinema e TV, Séries

O que já era esperado aconteceu, “Studio 60 on the Sunset Strip” foi cancelada semana passada nos upfronts do canal americano, NBC, apesar de não ser muita novidade essa noticia, ainda não deixa de ser chocante, especialmente para os fãs de televisão inteligente, e em razão deste triste cancelamento, decidi fazer um post sobre a série e criticas breves dos seus maravilhosos episódios, que me faziam aplaudir em pé pela primeira vez por uma série em toda a minha vida.

Vamos começar pelo começo, Aaron Sorkin “aka Deus” contou que estaria trabalhando em um roteiro sobre uma série com série, deixe-me explicar melhor, ele criaria uma série sobre uma série no estilo “Saturday Night Live”, já em 2005 após sair de vez de sua última série a famosa, “The West Wing”, concluiu o episodio piloto da série, que foi bastante disputado por todas as emissoras americanas, e no final parou nas mãos da já citada NBC, e teve sua produção confirmada nos upfronts de 2006. Em setembro do mesmo ano Studio 60 foi lançada com uma audiência invejável e aclamada pela critica, o que satisfez bastante os executivos da NBC, porém nos episódios seguintes foi que os problemas surgiram: a audiência diminuiu, Amanda Peet uma das estrelas da série engravidou o que prejudicou a produção e até mesmo a critica começou a abandonar o novo bebê de Sorkin.

Studio 60 apesar das freqüentes ameaças de cancelamento se manteve firme, com uma audiência média, e a critica favorável, além de vários prêmios como, o globo de ouro, dois writers guild award, director guild award, sattelite entre outros. Só que a série entrou em hiatos em meados de Dezembro, e quando voltou tudo foi ladeira abaixo, a audiência foi abandonando ainda mais a série, o que fez com que a NBC tirasse do ar o programa.

Os meses seguintes foram cheios de especulações em torno do cancelamento, incluindo as famosas menções de Roger Friedman, que odiava a série a ponto de que toda vez que podia começava a dizer que ela estava cancelada, os fãs foram diminuindo e suas apreensões aumentando, e no dia 14 de Maio, o já esperado aconteceu, a série foi oficialmente cancelada, e pela primeira vez Friedman acertou em relação a isso. Porém os dias de produção não foram só cheios de apreensão, mas também teve seus momentos gloriosos, como a indicação ao Banff Television World Festival, que é o Cannes da Televisão (Por enquanto a cerimônia deste premio ainda não foi realizada).

 

Apesar de seu recente cancelamento ainda há esperanças (Ou eu estou me enganando) de que a série volte para um Mid-Season e digo o porque disso: A série foi cancelada antes de exibirem todos os seus episódios, porém NBC a partir desta semana exibira-los, e caso a audiência seja muito boa, isso colocaria um ponto de interrogação na mente dos executivos em relação ao cancelamento, outro ponto a ser considerado é caso Studio 60 seja indicado ao Emmy, e ganhe no mínimo a categoria de Melhor Série Dramática (O que é difícil, mas não impossível).

Mas existe um motivo para algumas criticas negativas em relação à série, e ai vão elas: essas criticas costumavam compará-la à “The West Wing”, esquecendo o fato de que isso não é “The West Wing” e sim “Studio 60 on the Sunset Strip” , e para bem ou para o mal não devia fazer isso, e ainda por cima na época em que “The West Wing” estreou nenhum critico chegou a comparar à “Sports Night”, série anterior de Sorkin.

 

  • Agora vem criticas breves dos episódios já exibidos:

 

1-PILOT

Se existe algo que odeio muito são episódios pilotos, já que eles geralmente não dizem muito sobre a personalidade do próprio show, mas com esse foi diferente, mostrando a qualidade da série dede os primeiros 10 segundos, e sejamos francos, esse é de longe o melhor piloto já feito, os oito primeiros minutos já são lendários. Um episodio que é melhor que a temporada de quase todas a séries.

 

2-COLD OPEN

Se o piloto já dava uma ideia da série, esse segundo episodio mostrou que ela estava na televisão para inovar e servir de exemplo para séries futuras. Misturando momentos dramáticos e cômicos de uma maneira genial, ou simplesmente de uma maneira Sorkiana.

 

3-THE FOCUS GROUP

É incrível como o nível da série melhorava do perfeito para algo a mais, mais uma vez Sorkin provou que isso era mais que um novo trabalho, e sim uma maneira de vida que adotaria desde então.

 

4-THE WEST COAST DELAY

Um episodio único em todos os sentidos o drama e a comedia estavam a flor da pele, ao longo de todos os seus curtos quarenta e dois minutos.

 

5-THE LONG LEAD STORY

“De tão bom chega s a ser cansativo”, desta frase só retiraria a parte que diz que seria cansativa, já que esse é mais um episodio que deve ser revisto ao menos uma vez ao ano.

 

6-THE WRAP PARTY

Pode não ser o melhor da série, mas já é melhor que a temporada completa de muitas séries, e novamente merece aplausos em pé, diante da genialidade de Aaron Sorkin.

 

7 e 8-NEVADA DAY I e II

A partir deste episodio vi uma atmosfera própria de Studio 60, algo que muitas séries demoram anos para construir: uma atmosfera só sua.

 

9-THE OPTION PERIOD

Já está até mesmo cansativo, porém não deixa de ser verdade, esse é mais um maravilhoso episodio, que o faz esquecer completamente que Matthew Perry já trabalhou em “Friends”.

 

10-B-12

Talvez um de meus episódios favoritos de todas a séries, esse mostrou uma atmosfera mais romântica, porém ainda melhor.

 

11-THE CHRISTIMAS SHOW

Impressionantemente cada episodio fica melhor que o anterior, e esse serve de exemplo para como colocar drama e comedia de uma maneira perfeita e nenhum pouco forçada, os últimos minutos do episodio são espetaculares, fazendo esse episodio ser um daqueles filmes natalinos (Sim, eu disse filme).

12-MONDAY

Ainda no encalce da parte romântica, esse abre o arco dos episódios seguintes de uma maneira única, poucas vezes vista na televisão mundial.

 

13 e 14-THE HARRIET DINNER I e II

Brilhantemente orquestrado, esse episodio consegue ser apoteótico no final, e único no começo, de quebra começa a assimilar Matthew Perry ao Matt Albie.

 

15-FRIDAY NIGHT SLAUGHTER

Junto com o episodio piloto, esse se torna um dos melhores episódios já feito na historia da televisão, apesar de ter poucas cenas cômicas, esse é uma aula pratica de drama, ao estilo Sorkin, misturando flashbacks aos eventos presentes, de uma maneira melhor que “Lost”.

 

16-4AM MIRACLE

O último episodio exibido até o momento não é tão bom quanto o antecessor, mas ainda sim não deixa de ser brilhante, e felizmente esse não será o último a ser exibido, porém a partir deste você já fica com saudade dessa magnífica e única série, que trouxe ao expectador momentos únicos e pensativos, como nehuma outra série.

 

  • Notas finais:

Assim que ver os últimos episódios, exibirei mus comentários aqui, porém acho que a partir de agora usarei o nome “Studio 60” como um sinônimo para perfeição, se bem que é algo mais. O maior problema da série foi ser de bom de mais para seu tempo. Obrigado Studio 60 e Mr. Sorkin pelos otimos momentos que nos proporcionaram.

 

“Mr. Sorkin you knock our socks off”

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May 22 2007

Grindhouse

Publicado por joaomicuansky Seções Cinema e TV, Crítica

Tarantino e Rodriguez prometeram reviver o gênero Grind House, se havia duvidas que eles conseguiriam, todas foram por água abaixo após ver a sessão dupla de um cinema revivido.

Apesar de não ter conseguido esperar o filme ter chegado aqui, garanto que os verei novamente, já que as sessões infelizmente separadas, virão cenas a mais, mas vamos cortar a enrolação e ir direto ao assunto.

Como já havia dito Tarantino e Rodriguez conseguiram trazer de novo um gênero há muito adormecido de uma maneira única e simplesmente genial, em dois longas-metragens e quatro trailers falsos, que homenagearam o gênero já discutido, mas para falar melhor dessas únicas atrações vamos começar por partes.

“À Prova de Morte” ou “Prova de Morte (Como está sendo erroneamente batizado no Brasil)” longa de Tarantino, brinca em aproximadamente 85 minutos com a trama do Dublê Mike, um maníaco que dirige um Chevy Nova 70 modificado, para matar suas vitimas, porém o Serial Killer, acaba virando de caçador à caça, quando um quarteto de moças lideradas pela atriz Zoe Bell decidem ir atrás de Mike. Cheio de seqüências de perseguições sem CGI, Tarantino consegue fazer o mais puro roteiro Trash, virar uma obra única cinematograficamente falando, outro ponto alto deste segmento é o ator Kurt Russel, que faz um de seus melhores personagens e o melhor em anos.

O próximo segmento é o de Rodriguez, intitulado “Planeta do Terror”, que no mínimo foi bem traduzido. Neste segmento é visto uma historia bem Trash, que vira bem divertida e feita nas mãos de Rodriguez, a historia gira em torno do típico herói amargurado que se vê em torno de vários zumbies, e tem que matá-los além de reencontrar a sua ex-namorada. Porém uma das melhores partes do filme é o seu visual envelhecido, e quando cenas em que deveria haver sexo, é cortada por segmentos dizendo que este rola havia sido perdido, que é algo genial, apesar de não ser melhor que o de Tarantino, Rodriguez não tem do que se envergonhar.

Outra atração deste longa são os trailers falsos, que não sei se serão exibidos aqui no Brasil, entre eles podemos citar “Machete”, que conta a historia de um mercenário mexicano que é traído pelos próprios amigos resolve buscar vingança, esse segmento vai até virar um filme direto para DVD nas mãos de Rodriguez.

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May 15 2007

Um Grito de Liberdade

Publicado por Miguel Cabezas Seções Netmind

Com este blog pretendo expressar minha opinião sobre diversos assuntos, especialmente todo o referente a software livre, mas também um pouco de política, filosofia, ciência. Sim, já sei, mais um na multidão da blogosfera, mas, e daí… eis a sua beleza.

Tenho feito algumas tentativas de manter blogs especializados sobre diversos assuntos mas não tinha tempo para dar uma continuidade aos mesmos. Assim, resolvi abrir este blog de cunho mais geral o qual não terá publicidade nem pretensões de ser um blog-star, mas simplesmente manifestar uma opinião séria sobre diversos temas de atualidade.

Quiçás por um longo tempo converse comigo mesmo no ciberespaço, ou quiçás não… Não importa, o que aqui seja manifestado mais cedo ou mais tarde chegará a alguma mente brilhante, e essa mente pensara sobre o que aqui será escrito e descobrirá relações e implicações novas que ninguém tinha pensado antes, o qual por sua vez chegará a outra mente que…

Essa é a ideia da blogosfera, isso é mente em rede, isto é Netmind.

E aqui meu reconhecimento ao software livre, ao GNU/Linux, aos ideais de liberdade e empreendedorismo, às pessoas honestas que ainda acreditam que uma sociedade mais justa é possível, aos navegantes que procuram a verdade entre tanta alienação, à ética dos hackers e do incrível mundo novo que ainda esta por vir.

Um grande abraço a todos

Miguel Cabezas

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May 05 2007

Homem-Aranha 3

Publicado por joaomicuansky Seções Cinema e TV, Crítica

Homem-Aranha 3
Tudo que eu queria de Homem-Aranha 3, era que ele fosse bom, terminasse uma saga com dignidade e honra, e ao entrar no cinema, tentei não me encher de expectativas, para que isso não interferisse na minha visão do filme, então sentei na poltrona, e esperei que os créditos começassem, e…

….Lá estava ele mais uma vez, usando seu traje tradicional, se pendurando pelas ruas de Nova York, algo normal até então, mas nos quinze minutos que se seguiram, vi toda uma esperança desaparecer nas minhas mãos e a frustração começar, algo normal para mim quando eu vou a o cinema, porém quando eu já estava decidido a sair do cinema, eis que algo me chama a atenção, e rapidamente volto a prestar toda atenção no longa, a face caricata do herói bastante conhecido começou a ficar mais humana, até mesmo em relação ao segundo filme. Vimos Peter Parker se transformar em algo novo, algo corrompido pela própria fama, no seu famoso traje, agora somente importando-se com sigo mesmo e esquecendo dos outros que tanto lutou para proteger nas produções anteriores, e nesse momento me dei conta que estava vendo um filme tão profundo e disfarçado que poucos iriam apreciar ou até mesmo entender.

Se eu estava receoso em relação ao roteiro que seria bombardeado por personagens, vi que tudo era um receio bobo, já que Alvin Sargent conseguiu amarrar toda a trama e personagens em uma teia complexa, mas perfeita que se manteria até mesmo com os mais fortes ventos ou falhas. Assisti uma complexidade, poucas vezes alcançadas em qualquer adaptação de outra mídia, assisti o amadurecimento dos personagens e dos atores, que mergulharam cada vez mais na fonte de seus personagens, assisti o que todo filme deveria ser: Complexo, mas entretido ao mesmo tempo.

Os atores estavam cada vez mais interessados e inspirados em seus personagens, atores que antes não tinham me convencido em seus papéis, atores agora experientes e cientes do qual importante cada um era para a trama, mesmo James Franco relativamente fraco nos outros filmes mostrou a intensidade de Harry Osborn, como já era mostrado nos quadrinhos, confuso e a beira da loucura, J.K. Simons mais uma vez roubou a cena com seu perfeito, mas pequeno, J.Jonah Jameson, e o então terrível Tobey Maguire, se tornando de fato o Herói que todos queriam ser, porém a melhor surpresa das atuações foi a de Thomas Haden Church, que deu características mais humanas ao Homen-de-Areia, em um nível nunca atingido nos quadrinhos. Mas é claro que houve personagens que não foram utilizados da maneira correta, com Gwen e George Stacy, mas melhor assim, se não o filme ia ficar longo de mais, e com o serio risco de ficar confuso.

O diretor Sam Raimi, provou de uma vez por todas que ele está no ramo para dirigir da melhor maneira possível, ao mostrar que aprendeu tanto com suas falhas anteriores e com seus acertos. E graças a ele, que o filme manteve um clímax constante a assustador em vários momentos.

O filme falha somente nas piadas, que aparecem demais ao decorrer do filme, mas assim como a vida nada é perfeito, e todas essas pequenas falhas é o que deixam o longa com um sabor a mais.

Porém a melhor parte do filme são as constantes metáforas e lições inseridas ao longo dele, como que todos possuem um lado mais obscuro que nos corroe por dentro, que vem a explodir e mostrar o lado sombrio que tentamos esconder a todo custo, e que apesar de nossas falhas vindas desse lado, ainda podemos nos redimir em um último momento ou podemos morrer cercados pela mais terrível personalidade. E toda essa metáfora é vista a decorrer da evolução dos personagens, à medida que cada um faz suas escolhas, certas e erradas, e como eles agem depois de perceber o que fizeram, e também vem através da simbionte que corroe cada um até o ponto que a nossa verdadeira pessoa desaparece.

E ao sair do cinema consegui ver o termino d uma saga de uma maneira diferente da minha usual, a vi como um meio de um novo começo gerado do fim. E o mais importante para mim, o renascer da esperança cinematográfica, perdida com tantos filmes que visam somente o lucro e esquecendo do alvo em si, e mais uma vez ao longo dos anos, voltei a sentir calafrios ao ver uma cena distinta ou varias, o suor na mão de preocupação, e a felicidade de ter achado um filme que me resgatasse de uma geração MTV.

E mesmo que os críticos digam que este filme, não esteja na altura dos outros, e pouco me importo, já que tantos outros clássicos, só viraram tal com o decorrer do tempo, em que novos críticos perceberam a profundidade do tal, e ainda cito como exemplo o meu filme favorito: “Um Corpo que Cai”, que foi visto como um filme muito complicado e demais chato, assim como este, que nos deixa varias mensagens e uma esperança renovada.

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May 01 2007

Hannibal A Origem do Mal

Publicado por joaomicuansky Seções Cinema e TV, Crítica

Hannibal A Origem do Mal

Muitos haviam me aconselhado a não assistir, mas mesmo assim eu queria ir ao cinema, e sendo esse o único filme em exibição que não assistira, decidi ver se era tão ruim quanto me diziam, e infelizmente era.
A grande culpa do filme ser tão ruim, é de Thomas Harris, criador de Hannibal Lecter, que acabou com todo o charme do personagem ao tentar justificar os atos do nosso canibal favorito, ao mostrar sua infância marcada pela morte de seus pais e irmã, durante a Segunda Guerra Mundial.
No meio de toda a bagunça do roteiro se vê atores desmotivados pela futilidade de seus personagens, que tentam a todo o custo melhorar o filme, mas essa é uma tentativa sem sucesso, outro que parece tentar melhorar o filme é o diretor Peter Webber, que parece estar perdido em todo o filme, colocando um estilo visual diferente no filme para acompanhar as seqüências de suspense, mas novamente sem sucesso.
Mas pensando bem, a seção não foi uma total perda de tempo, já que me deu oportunidade de pensar na vida.

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May 01 2007

The black is coming

Publicado por joaomicuansky Seções Cinema e TV, News

O contador do relógio já está se esgotando, em alguns dias chega o filme do nosso aracnídeo favorito, Home-Aranha 3, que pela quantidade de vilões pode se imaginar duas coisas: é o melhor filme baseado em uma HQ já feita ou é o pior, não acho que é possível um meio termo, mas se o longa já for tão bom quanto seu antecessor, já é algo, levando em conta que o Spidey 2 é por enquanto o melhor filme baseado em uma HQ já feita.
Devo colocar a critica do filme, algumas horas após velo, então até lá.

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