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    Partindo da nada atingi os mais altos cumes da miséria. — Groucho Marx

Author Archive

(Ou, Untitled 1)

Friday, August 1st, 2008

Bem, eu deveria  retomar aquia a minha atividade de resenhista de cinema, porém acho q fiquei muito preguiçoso, e nem mais sei o que “falar” direito ou sequer pensar sobre o assunto. Chame de bloquei criativo se quiser, pra mim é pura preguiça, preguiça até de continuar o post aqui, então me despeço por hoje e quem sabe amanhã já escrevo uma resenha, ou ao menos um post que agrade um leitor como você (minha intenção é no minimo não ofender o seu cérebro).

ponto.

Simpsons O Filme

Saturday, September 15th, 2007

Foram 18 anos esperando pelo longa metragem dos “Simpsons”, e percebesse que eles foram necessários pela construção e desenvolvimento do filme, deixe me explicar: Os anos que passaram, foram necessários para que os roteiristas conseguissem fazer um filme e não um episodio estendido, porém ainda sim, temos a sensação de estar vendo um logo nos 20 minutos iniciais, depois disso o longa finalmente engata, num roteiro que traz as melhores sátiras e criticas do que a série fez nos últimos anos.

O filme também toca no lado mais humano, que a série em si já fez, mostrando um vinculo de pai e filho e marital, desses momentos é que saem os momentos mais tocantes e que realmente movem o filme. Ainda sim vai a pergunta pro seu cérebro “Pra que assistir isso se tem de graça na televisão”, uma pergunta que até mesmo Homer faz no começo, e pra esta pergunta não existe uma resposta simples, isso vem de cada um.

Outro ponto alto do filme é a maravilhosa e envolvente trilha sonora de Hans Zimmer e as participações do Green Day, numa excelente referencia ao Titanic, e o Tom Hanks num dos mais hilariantes momentos do filme.

O filme em si é um espetáculo, só que ele sofre um grande problema: ser muito ou pouco parecido com a série que o criou.

Daily Planet Awards - Vencedores

Saturday, September 15th, 2007

Série do Ano

  • Studio 60 on the Sunset Strip

Melhor Série Dramática

  • Studio 60 on the Sunset Strip

Melhor Série de Comedia

  • Entourage

Melhor Roteiro (Tanto Drama quanto Comédia)

  • Studio 60 on the Sunset Strip; Pilot, de Aaron Sorkin

Melhor Programa de Variedades

  • The Colbert Report

Melhor Novo Programa

  • Studio 60 on the Sunset Strip

Melhor Ator em uma Série Dramática

  • House M.D.; Hugh Laurie

Melhor Atriz em uma Série Dramática

  • The Closer; Kyra Segdwick

Melhor Ator em uma Série de Comédia

  • 30 Rock; Alec Baldwin

Melhor Atriz em uma Série de Comédia

  • Ugly Betty; America Ferrara

Melhor Ator Coadjuvante (Tanto Drama quanto Comédia)

  • Studio 60 on the Sunset Strip; Steven Weber

Melhor Atriz Coadjuvante (Tanto Drama quanto Comédia)

  • Studio 60 on the Sunset Strip; Sarah Pulson

Melhor Direção (Tanto Drama quanto Comédia)

  • Studio 60 on the Sunset Strip; Pilot, de Thomas Schlamme

Melhor Série que Você não está assistindo

  • The Wire

Melhor Série Adolescente

  • Friday Night Lights

Generation Award

  • Sports Night

Pior Programa do Ano

  • C.S.I Miami

Melhor Série de Verão Americano

  • Saved

Melhor Elenco em Série de Comédia

  • Scrubs

Melhor Elenco em Série Dramática

  • Studio 60 on the Sunset Strip

Daily Planet Awards

Tuesday, September 11th, 2007

Com todo o tempo de folga que eu tive do blog, nem percebi que não tinha feito a minha lista de indicados ao Daily Planet Award (Prêmio do blog) de televisão, e com a cerimônia do Emmy chegando, criei vergonha na cara e to postando logo,e sábado eu divulgo os vencedores.

Série do Ano

  • Studio 60 on the Sunset Strip
  • House M.D.
  • Lost
  • Dexter
  • Battlestar Galactica

Melhor Série Dramática

  • Studio 60 on the Sunset Strip
  • House M.D.
  • Lost
  • Dexter
  • Battlestar Galactica

Melhor Série de Comedia

  • The Office
  • Weeds
  • Entourage
  • Scrubs
  • My Name is Earl

Melhor Roteiro (Tanto Drama quanto Comédia)

  • Studio 60 on the Sunset Strip; Friday Night Slaughter, de Aaron Sorkin
  • Studio 60 on the Sunset Strip; Pilot, de Aaron Sorkin
  • Studio 60 on the Sunset Strip; Christmas Show, de Aaron Sorkin
  • Battlestar Galactica; Occupation/Precipice, de Ronald D. Moore
  • House M.D.; Half-Wit, de Lawrence Kaplow
  • The Office; Gay Witch Hunt, de Steve Carrel
  • Lost; Through the Looking Glass, de Carlton Cuse e Damon Lindof
  • Familia Soprano; Made in America, de David Chase

Melhor Programa de Variedades

  • The Colbert Report
  • The Daily Show
  • Saturday Night Live

Melhor Novo Programa

  • Studio 60 on the Sunset Strip
  • Dexter
  • Friday Night Lights
  • 30 Rock
  • Ugly Betty

Melhor Ator em uma Série Dramática

  • House M.D.; Hugh Laurie
  • Studio 60 on the Sunset Strip; Matthew Perry
  • Dexter; Michael C. Hall
  • 24 Horas; Kiefer Sutherland
  • Rescue Me; Denis Leary
  • Battlestar Galactica; Edward James Olmos

Melhor Atriz em uma Série Dramática

  • Veronica Mars; Kristen Bell
  • The Closer; Kyra Segdwick
  • Law and Order: Special Victimis Unit; Mariska Hargitay
  • Familia Soprano; Loraine Brasco
  • Medium; Patricia Arquette

Melhor Ator em uma Série de Comédia

  • The Office; Steve Carell
  • 30 Rock; Alec Baldwin
  • My Name is Earl; Jason Lee
  • Monk; Tony Shauloub
  • Scrubs; Zach Braff

Melhor Atriz em uma Série de Comédia

  • Weeds; Mary Louise Parker
  • Gilmore Girls; Laurem Graham
  • Ugly Betty; America Ferrara
  • Desperate Housewives; Marcia Cross
  • Desperate Housewives; Felicity Huffman

Melhor Ator Coadjuvante (Tanto Drama quanto Comédia)

  • Entourage; Jeremy Piven
  • Studio 60 on the Sunset Strip; Braddley Whiteford
  • Studio 60 on the Sunset Strip; Steven Weber
  • Lost; Terry O’Quinn
  • Lost; Michael Emerson
  • How I Met Your Mother; Neil Patrick Harris
  • The Office; Rainn Wilson

Melhor Atriz Coadjuvante (Tanto Drama quanto Comédia)

  • Grey’s Anatomy; Chandra Wilson
  • Grey’s Anatomy; Sandra Oh
  • Studio 60 on the Sunset Strip; Sarah Pulson
  • Studio 60 on the Sunset Strip; Amanda Peet
  • Weeds; Elizabeth Perkins
  • My Name is Earl; Jaime Presley
  • The Office; Jenna Fischer

Melhor Direção (Tanto Drama quanto Comédia)

  • Studio 60 on the Sunset Strip; Friday Night Slaughter, de Thomas Schlamme
  • Studio 60 on the Sunset Strip; Pilot, de Thomas Schlamme
  • Lost; Through the Looking Glass, de Jack Bender
  • Friday Night Lights; Pilot, de Peter Berg
  • Scrubs; My Musical, de Will Mackenzie
  • Ugly Betty; Pilot, de Richard Shepard
  • Heroes; Genesis, de David Semel

Melhor Série que Você não está assistindo

  • The Wire
  • Rescue Me
  • How I Met Your Mother
  • It’s Always Sunshine in Philadelphia

Melhor Série Adolescente

  • Supernatural
  • Veronica Mars
  • Friday Night Lights

Generation Award

  • Sports Night
  • Táxi
  • Cheers

Pior Programa do Ano

  • Ghost Whisperer
  • Twenty Good Years
  • C.S.I Miami
  • The Game
  • The News Adventures of Old Christine

Melhor Série de Verão Americano

  • The Closer
  • Psych
  • Rescue Me
  • Saved

Melhor Elenco em Série de Comédia

  • The Office
  • Scrubs
  • Ugly Betty
  • Entourage
  • Weeds

Melhor Elenco em Série Dramática

  • Lost
  • House M.D.
  • Friday Night Lights
  • Studio 60 on the Sunset Strip
  • Battlestar Galactica

Treze Homens e mais um Segredo

Friday, September 7th, 2007

O terceiro (e esperemos que final) capitulo da serie cinematográfica de Soderbergh, talvez seja muito mais do que muitos esperavam, começando por mim, que esperava mais uma desculpa multimilionária para fazer uma seqüência dos outros geniais filmes, mas todo mundo se engana.

Porém existe uma diferença básica deste filme, pra os seus antecessores: as reviravoltas que sempre estavam nos outros, já não se encontram nesse, mas já não seria preciso se pensar bem, afinal já era de se esperar que se encontrasse no filme ao menos uma no decorrer da trama, mas a falta disso talvez seja o diferencial.

Assim como no ultimo filme da saga, já conhecemos os personagens, então não é preciso muita enrolação e podemos partir para a trama, que envolve a vingança da Turma de Ocean contra magnata proprietário de um cassino em Las Vegas, que enganara um dos amigos da trupe. Os atores em ambas partes estão excelentes, tão ou melhor do que antes,e Al Pacino que pela primeira vez entra no filme, parece esta bem confortável no personagem do tal Magnata proprietário de um cassino, diria que é a melhor atuação cinematográfica que ele proporciona em anos.

O grande trunfo do filme, assim como dos outros é Soderbergh, que concentrou uma ótima trama, com excelentes aquisições no elenco e mantendo boa parte do original. E ainda consegue manter um bom tributo ao original, ”Onze Homens e um segredo”, juntando ótimos momentos de ação e mais concentrados momentos cômicos, algo que os outros filmes não possuíam tanto.

No final, só pode se dizer que “Treze Homens e mais um Segredo”, é mais do que um simples Blockbuster, este possui alma, coração e cérebro, o que vem faltando em Hollywood ultimamente.

Transformers

Monday, August 27th, 2007

Transformers talvez seja a maior surpresa para mim esse ano, talvez porque eu esperava nada mais do que um simples blockbuster com a única intenção de lucrar, o que não deixa de ser verdade, mas há algo a mais dessa vez, de fato há por que o filme consegue se dividir de burro pra esperto varias vezes em torno da sessão.

O filme é um misto pra ser logo direto, age como um bom veiculo pra os fãs dos robôs do longa e ainda sim consegue entreter aqueles que só querem algumas boas horas de diversão. O roteiro não pode ser prestigiado por ser bom, mas com certeza por não ser ruim, quando tinha tudo pra ser, afinal vamos rever a formula antes do lançamento.

Michael Bay + Filme dos Transformers + Filme quase apocalíptico = Só pode dar merda

Mas conseguiu ser mais do que isso até mesmo a peculiar, pra não dizer terrível direção de Bay, parece finalmente funcionar desde Armagedon. É claro que não deixa de ser um filme de ação dos Transformers, e que você só está vendo porque é estréia, mas dessa vez esqueça isso, caso seja o mais puritano dos cinéfilos, e deixe o filme te levar.

Mas mesmo sim as atuações não deixam de ser medianas, e pra provar isso, os atores que dão voz pra os gigantescos Robôs ainda sim são melhores, mas bem nada é perfeito.

Shrek 3

Monday, August 27th, 2007

Shrek 3, é sem duvida o mais fraco da trilogia, mas a pergunta é quão mais fraco? Para inicio de conversa o problema mesmo se encontra no roteiro, que diferente dos outros mostra uma trama mais séria esquecendo de que não é um filme que nasceu para ser tão serio, as piadas também são muito idiotas e pouco divertidas, salve algumas exceções, poucas que porém existem.

Outro charme que se encontrava nos outros filmes, era as infinitas referencias populares que habitavam o mundo do ogro verde, que nesse se encontram quase impossíveis de achar, e quando se vê uma, também se vê que foi mal aproveitada, ou que foi simplesmente ridícula. Os gráficos continuam melhorando, porém não foi pra isso que fui ver o filme, e como em um filme de animação são poucas as categorias que se pode avaliar, só encontrei um veredicto, há de que esse filme recicla o que tem de melhor nos outros esquecendo de um publico mais adulto e concentrado nas crianças, que não exige muito cérebro, ou em outras palavras, a equipe técnica não teve muita motivação dessa vez.

Zodíaco

Wednesday, August 22nd, 2007

Como já fora dito, agora que estou colocando as criticas de filmes previamente vistos, e pra recomeçar escolhi o maravilhoso suspense que é: Zodíaco.

Comparações com o filme anterior de Fincher, não fugiram da minha cabeça, mas tudo bem, já que esse é um longa distinto do filme serial killer anterior. O maior trunfo deste longa continua sendo a genial direção de David Fincher, que se redimiu de Quarto do Pânico, com um thriller que envolve cada parte de nosso cérebro, criando uma estranha porém agradável sensação de continuo envolvimento com o filme. O estilo de câmera utilizado, a Thomson Viper, foi muito importante na criação do ambiente do filme.

O roteiro de James Vanderbilt, conseguiu tirar o melhor do livro homônimo de Robert Graysmith, e transformar uma ainda mais envolvente trama que como já disse nos envolve até o fim da sessão.

As atuações do filme são muito boas, especialmente do trio masculino principal, Jake Gyllenhaal, em sua melhor atuação desde Brockeback Mountain, consegue carregar o filme, algo que talvez não acontecesse com outro ator. Robert Downey Jr. Consegue outra vez se afastar da vida pessoal e criar um cada vez mais interessante Paul Avery. Mark Ruffulo entrega a melhor atuação de sua vida no intrigante detetive David Toschi.

Mas “Zodíaco” não é um quebra cabeça a ser resolvido, é mais como um objeto de estudo, um bem interessante.

 

Back in Black

Wednesday, August 22nd, 2007

É pessoal, eu estive afastado do blog, por um tempo sem colocar nenhum post novo, e nem tive a oportunidade de comentar no blog de vocês, mas depois de passar por um gigante bloqueio criativo, um problema pessoal e as férias maravilhosas que recuperaram o meu astral, posso dizer que estou de volta, ainda sim vai demorar um tempo pra comentar no blog de todos mas prometo recomeçar essa semana.

Em vista que tive muitos atrasos de criticas, vou postando de dois em dois dias criticas de filmes que eu já tinha feito (eles podem não estar mais em cartaz) mas não tive tempo de botar aqui, e além das sessões novas que tinha começado, que devo voltar a escrever e em algum momento volto à normalidade.

Além disso, devo estar mudando de domínio, em um prazo de dois ou três meses, o link do novo blog está aqui, mas devo continuar a postar em ambos até uma data a ser estabelecida.

Brilliant but Canceled

Thursday, June 7th, 2007

Studio 60 on the Sunset Strip
Vamos começar logo pela série que é realmente brilhante, porém cancelada: “Studio 60 on the Sunset Strip“. Como vocês já devem ter se cansados de ler, pulem esse post, porquê não posso começar essa seção sem falar desta maravilhosa série.

Como já havia dito, Studio 60, possuía os melhores roteiros que qualquer série americana na temporada 2006-2007, porém NBC, além de ter cancelado antes da hora, ainda contribuiu para que isso acontecesse, simples deixe-me explicar: logo no começo da produção da série, o canal resolveu promover mais como uma comédia do que um drama, além disso, eles elevaram um pouco de mais as expectativas de ambos os críticos quanto do público, quando eles botavam em diversos anúncios que a série era escrita por Aaron Sorkin e dirigida por Thomas Schlamme, ambos da sensacional, The West Wing, e como vivemos em um mundo onde o presidente dos Estados Unidos é George Bush, já podia se esperar que uma série que não somente foi feita para pessoas com um Q.I. acima de 120 entenderiam, e vamos ser francos, poucos no país Ianque tem.

Mas se quiserem mais informações sobre essa genial série, leiam o post que está um pouco abaixo.

Obs: O maximo era 5 estrelas, porém considero esta uma das 3 melhores séries já feitas.

 

Não Julgue um Livro pela Capa

Thursday, June 7th, 2007

The Loch Ness Horror
Se houve algum filme que eu realmente julguei pela capa este foi, “The Loch Ness Horror”, filme B dos anos 80, pelo pôster ao lado e sabendo que era dos anos 80, eu imaginava que no minimo viria um roteiro razoável, com efeitos especiais excelentes para época ou pelo menos boas atuações, mas em nada eu acertei.

Por causa do pôster, fiz uma intensa procura pelo filme, e só consegui-lo com muita dificuldade baixando, porém tudo foi tempo perdido já que nela não havia nada que se podia salvar. O roteiro não merece nem ser chamado de B, já que ao menos a maioria do filmes B ainda conseguem entreter de alguma maneira, e concerteza este não foi um deles. Outro ponto negativo são as atuações do longa, que parecem que foram deixadas em um piloto automático bem vagabundo, porém este nem é o pior de tudo, já que os efeitos especiais são os mais vagabundos, vendo que o monstro do lago Ness não passa de um brinquedo de borracha, que mal abre a boca.

Bem se tiverem a oportunidade de terem em suas mãos esse filme, destruam por tudo que há de mais sagrado.

E ainda tiverem alguma ponta de duvida em relação ao filme, clique aqui para ver um dos piores trailers já feitos.

Obs:Deveria haver uma cotação de strelas aqui, porém não há nada que preste no filme.

Novidades

Thursday, June 7th, 2007

A partir deste mês termos duas novas seções no blog:

Brilliant but Canceled: Baseado no site homônimo e no bloco do canal americano, Trio, iremos comentar sobre excelentes séries que foram antes do tempo.

Não Julgue um livro pela capa: Quem nuca achou que um filme fosse bom ou mal só pela aparência de seu pôster ou capa de DVD? Bem como já diz irei comentar desse tipo de películas.

Piratas do Caribe no fim do mundo

Friday, June 1st, 2007

Piratas do Caribe no fim do mundo
O que se deve esperar de Piratas do Caribe no fim do mundo? Essa é uma pergunta bem individual, já que existe uma parcela da população que foi ou vai ver o filme somente para se divertir, a outra parte vai para tentar ver um filme de qualidade, o que muitas vezes não consegue, porém eu fui ver o filme sem expectativa alguma, com a esperança de que as minhas expectativas não atrapalhassem o meu ponto de vista critico, mas nem isso ajudou muito.

O maior erro de “Piratas do Caribe 3”, talvez seja a sua própria existência, afinal todo o roteiro do filme foi feito apressadamente pela pressão dos executivos da Disney com somente uma intenção: Ganhar dinheiro, e bem desse principio começa todo os outros problemas, é visível que o roteiro foi feito às pressas, e juntou o que tinha de bom do primeiro filme da saga com cenas de ação, mais uma explicação para a trama do mesmo.

A primeira hora do filme, não passa de uma introdução um tanto forçada e algumas exageradas, para o grande ato: a luta entre duas facções diferentes, e por causa disso por muito tempo nós vemos uma desculpa para o uso de personagens mal utilizados, que além de não acrescentar nada a trama, só atrapalha, como a Tia Dalma, que por mais pequena que fosse sua participação no filme anterior, esta ao menos estava na medida certa, seu personagem neste filme além de cansativo, foi bastante previsível e falho de informações concretas.

Outro ponto negativo é a má utilização de Jack Sparrow, que se no primeiro filme demonstrou personalidade, no segundo um instrumento para cenas de ação, neste não passa de uma marionete em varias lutas, porém é visto que Johnny Depp ainda consegue transmitir charme ao personagem, que não tem tantas chances de brilhar como no primeiro longa.

Mas na falta de Jack Sparrow, nós ainda temos duas interpretações que conseguem deixar a tela tensa e mais divertida, e os atores que conseguem passar tais emoções são, Bill Nighy, na pele do principal vilão do filme, Davy Jones, que consegue passar um carisma que somente grandes vilões cinematográficos conseguem e ainda atuação equilibrada em diversas cenas, o outro ator é Geoffrey Rush, que se mostra mais insano do que já visto na pele de Barbosa, e consegue trazer o mesmo carisma do primeiro filme com algo mais.

Porém o melhor momento do filme, é sem duvida a grandiosa batalha final, que consegue superior a batalhas dos filmes anteriores e ainda cativar e amedrontar a platéia em certos momentos, mas mesmo assim ela não é perfeita por culpa de alguns momentos um tanto exagerados demais, além da morte de um personagem, que só serve para ele ressuscitar de novo, algo bastante prezado pela decadente Disney hoje em dia.

Mas quando você chega no fim da seção, para bem ou para o mal, uma sensação de alivio transborda pelo seu corpo, a sensação de missão cumprida.

Comunicado 2

Wednesday, May 30th, 2007

Pessoal, como já havia dito antes, estou meio ausente do mundos dos blogs, mas apartir desta sexta-feira coloco a minha critica de “Piratas do Caribe 3″. Por causa de forças maiores, também não tive a oportunidadde de fazer comentarios nos blogs de voçês, mas apartir de sexta também começo a voltar a faze-lo.
O blog foi indicado ao prêmio internacional Blogger’s Choice Awards na categoria “melhor blog em língua estrangeira”, se possivel vote nele aqui, para termos a chance de ganhar o prêmio.
É necessário cadastro, mas é rápido e indolor. Os vencedores serão anunciados no dia 10 de Novembro, na PostieCon em Las Vegas.

Até sexta.

Comunicado

Tuesday, May 22nd, 2007

Pessoal, estive um pouco afastado do blog mais estou voltando a ativa, porém isso só deve começar direito daqui a duas semanas, mas o blog já foi atualizado.

Abaixo está um post sobre a magnífica série, “Studio 60 on the Sunset Strip”, e mais abaixo a critica de Grindhouse, que apesar de já ter baixado, ainda verei-o mais uma vez, só que dessa vez no cinema.

Até mais

Studio 60 on the Sunset Strip

Tuesday, May 22nd, 2007

O que já era esperado aconteceu, “Studio 60 on the Sunset Strip” foi cancelada semana passada nos upfronts do canal americano, NBC, apesar de não ser muita novidade essa noticia, ainda não deixa de ser chocante, especialmente para os fãs de televisão inteligente, e em razão deste triste cancelamento, decidi fazer um post sobre a série e criticas breves dos seus maravilhosos episódios, que me faziam aplaudir em pé pela primeira vez por uma série em toda a minha vida.

Vamos começar pelo começo, Aaron Sorkin “aka Deus” contou que estaria trabalhando em um roteiro sobre uma série com série, deixe-me explicar melhor, ele criaria uma série sobre uma série no estilo “Saturday Night Live”, já em 2005 após sair de vez de sua última série a famosa, “The West Wing”, concluiu o episodio piloto da série, que foi bastante disputado por todas as emissoras americanas, e no final parou nas mãos da já citada NBC, e teve sua produção confirmada nos upfronts de 2006. Em setembro do mesmo ano Studio 60 foi lançada com uma audiência invejável e aclamada pela critica, o que satisfez bastante os executivos da NBC, porém nos episódios seguintes foi que os problemas surgiram: a audiência diminuiu, Amanda Peet uma das estrelas da série engravidou o que prejudicou a produção e até mesmo a critica começou a abandonar o novo bebê de Sorkin.

Studio 60 apesar das freqüentes ameaças de cancelamento se manteve firme, com uma audiência média, e a critica favorável, além de vários prêmios como, o globo de ouro, dois writers guild award, director guild award, sattelite entre outros. Só que a série entrou em hiatos em meados de Dezembro, e quando voltou tudo foi ladeira abaixo, a audiência foi abandonando ainda mais a série, o que fez com que a NBC tirasse do ar o programa.

Os meses seguintes foram cheios de especulações em torno do cancelamento, incluindo as famosas menções de Roger Friedman, que odiava a série a ponto de que toda vez que podia começava a dizer que ela estava cancelada, os fãs foram diminuindo e suas apreensões aumentando, e no dia 14 de Maio, o já esperado aconteceu, a série foi oficialmente cancelada, e pela primeira vez Friedman acertou em relação a isso. Porém os dias de produção não foram só cheios de apreensão, mas também teve seus momentos gloriosos, como a indicação ao Banff Television World Festival, que é o Cannes da Televisão (Por enquanto a cerimônia deste premio ainda não foi realizada).

 

Apesar de seu recente cancelamento ainda há esperanças (Ou eu estou me enganando) de que a série volte para um Mid-Season e digo o porque disso: A série foi cancelada antes de exibirem todos os seus episódios, porém NBC a partir desta semana exibira-los, e caso a audiência seja muito boa, isso colocaria um ponto de interrogação na mente dos executivos em relação ao cancelamento, outro ponto a ser considerado é caso Studio 60 seja indicado ao Emmy, e ganhe no mínimo a categoria de Melhor Série Dramática (O que é difícil, mas não impossível).

Mas existe um motivo para algumas criticas negativas em relação à série, e ai vão elas: essas criticas costumavam compará-la à “The West Wing”, esquecendo o fato de que isso não é “The West Wing” e sim “Studio 60 on the Sunset Strip” , e para bem ou para o mal não devia fazer isso, e ainda por cima na época em que “The West Wing” estreou nenhum critico chegou a comparar à “Sports Night”, série anterior de Sorkin.

 

  • Agora vem criticas breves dos episódios já exibidos:

 

1-PILOT

Se existe algo que odeio muito são episódios pilotos, já que eles geralmente não dizem muito sobre a personalidade do próprio show, mas com esse foi diferente, mostrando a qualidade da série dede os primeiros 10 segundos, e sejamos francos, esse é de longe o melhor piloto já feito, os oito primeiros minutos já são lendários. Um episodio que é melhor que a temporada de quase todas a séries.

 

2-COLD OPEN

Se o piloto já dava uma ideia da série, esse segundo episodio mostrou que ela estava na televisão para inovar e servir de exemplo para séries futuras. Misturando momentos dramáticos e cômicos de uma maneira genial, ou simplesmente de uma maneira Sorkiana.

 

3-THE FOCUS GROUP

É incrível como o nível da série melhorava do perfeito para algo a mais, mais uma vez Sorkin provou que isso era mais que um novo trabalho, e sim uma maneira de vida que adotaria desde então.

 

4-THE WEST COAST DELAY

Um episodio único em todos os sentidos o drama e a comedia estavam a flor da pele, ao longo de todos os seus curtos quarenta e dois minutos.

 

5-THE LONG LEAD STORY

“De tão bom chega s a ser cansativo”, desta frase só retiraria a parte que diz que seria cansativa, já que esse é mais um episodio que deve ser revisto ao menos uma vez ao ano.

 

6-THE WRAP PARTY

Pode não ser o melhor da série, mas já é melhor que a temporada completa de muitas séries, e novamente merece aplausos em pé, diante da genialidade de Aaron Sorkin.

 

7 e 8-NEVADA DAY I e II

A partir deste episodio vi uma atmosfera própria de Studio 60, algo que muitas séries demoram anos para construir: uma atmosfera só sua.

 

9-THE OPTION PERIOD

Já está até mesmo cansativo, porém não deixa de ser verdade, esse é mais um maravilhoso episodio, que o faz esquecer completamente que Matthew Perry já trabalhou em “Friends”.

 

10-B-12

Talvez um de meus episódios favoritos de todas a séries, esse mostrou uma atmosfera mais romântica, porém ainda melhor.

 

11-THE CHRISTIMAS SHOW

Impressionantemente cada episodio fica melhor que o anterior, e esse serve de exemplo para como colocar drama e comedia de uma maneira perfeita e nenhum pouco forçada, os últimos minutos do episodio são espetaculares, fazendo esse episodio ser um daqueles filmes natalinos (Sim, eu disse filme).

12-MONDAY

Ainda no encalce da parte romântica, esse abre o arco dos episódios seguintes de uma maneira única, poucas vezes vista na televisão mundial.

 

13 e 14-THE HARRIET DINNER I e II

Brilhantemente orquestrado, esse episodio consegue ser apoteótico no final, e único no começo, de quebra começa a assimilar Matthew Perry ao Matt Albie.

 

15-FRIDAY NIGHT SLAUGHTER

Junto com o episodio piloto, esse se torna um dos melhores episódios já feito na historia da televisão, apesar de ter poucas cenas cômicas, esse é uma aula pratica de drama, ao estilo Sorkin, misturando flashbacks aos eventos presentes, de uma maneira melhor que “Lost”.

 

16-4AM MIRACLE

O último episodio exibido até o momento não é tão bom quanto o antecessor, mas ainda sim não deixa de ser brilhante, e felizmente esse não será o último a ser exibido, porém a partir deste você já fica com saudade dessa magnífica e única série, que trouxe ao expectador momentos únicos e pensativos, como nehuma outra série.

 

  • Notas finais:

Assim que ver os últimos episódios, exibirei mus comentários aqui, porém acho que a partir de agora usarei o nome “Studio 60” como um sinônimo para perfeição, se bem que é algo mais. O maior problema da série foi ser de bom de mais para seu tempo. Obrigado Studio 60 e Mr. Sorkin pelos otimos momentos que nos proporcionaram.

 

“Mr. Sorkin you knock our socks off”

Grindhouse

Tuesday, May 22nd, 2007

Tarantino e Rodriguez prometeram reviver o gênero Grind House, se havia duvidas que eles conseguiriam, todas foram por água abaixo após ver a sessão dupla de um cinema revivido.

Apesar de não ter conseguido esperar o filme ter chegado aqui, garanto que os verei novamente, já que as sessões infelizmente separadas, virão cenas a mais, mas vamos cortar a enrolação e ir direto ao assunto.

Como já havia dito Tarantino e Rodriguez conseguiram trazer de novo um gênero há muito adormecido de uma maneira única e simplesmente genial, em dois longas-metragens e quatro trailers falsos, que homenagearam o gênero já discutido, mas para falar melhor dessas únicas atrações vamos começar por partes.

“À Prova de Morte” ou “Prova de Morte (Como está sendo erroneamente batizado no Brasil)” longa de Tarantino, brinca em aproximadamente 85 minutos com a trama do Dublê Mike, um maníaco que dirige um Chevy Nova 70 modificado, para matar suas vitimas, porém o Serial Killer, acaba virando de caçador à caça, quando um quarteto de moças lideradas pela atriz Zoe Bell decidem ir atrás de Mike. Cheio de seqüências de perseguições sem CGI, Tarantino consegue fazer o mais puro roteiro Trash, virar uma obra única cinematograficamente falando, outro ponto alto deste segmento é o ator Kurt Russel, que faz um de seus melhores personagens e o melhor em anos.

O próximo segmento é o de Rodriguez, intitulado “Planeta do Terror”, que no mínimo foi bem traduzido. Neste segmento é visto uma historia bem Trash, que vira bem divertida e feita nas mãos de Rodriguez, a historia gira em torno do típico herói amargurado que se vê em torno de vários zumbies, e tem que matá-los além de reencontrar a sua ex-namorada. Porém uma das melhores partes do filme é o seu visual envelhecido, e quando cenas em que deveria haver sexo, é cortada por segmentos dizendo que este rola havia sido perdido, que é algo genial, apesar de não ser melhor que o de Tarantino, Rodriguez não tem do que se envergonhar.

Outra atração deste longa são os trailers falsos, que não sei se serão exibidos aqui no Brasil, entre eles podemos citar “Machete”, que conta a historia de um mercenário mexicano que é traído pelos próprios amigos resolve buscar vingança, esse segmento vai até virar um filme direto para DVD nas mãos de Rodriguez.

Homem-Aranha 3

Saturday, May 5th, 2007

Homem-Aranha 3
Tudo que eu queria de Homem-Aranha 3, era que ele fosse bom, terminasse uma saga com dignidade e honra, e ao entrar no cinema, tentei não me encher de expectativas, para que isso não interferisse na minha visão do filme, então sentei na poltrona, e esperei que os créditos começassem, e…

….Lá estava ele mais uma vez, usando seu traje tradicional, se pendurando pelas ruas de Nova York, algo normal até então, mas nos quinze minutos que se seguiram, vi toda uma esperança desaparecer nas minhas mãos e a frustração começar, algo normal para mim quando eu vou a o cinema, porém quando eu já estava decidido a sair do cinema, eis que algo me chama a atenção, e rapidamente volto a prestar toda atenção no longa, a face caricata do herói bastante conhecido começou a ficar mais humana, até mesmo em relação ao segundo filme. Vimos Peter Parker se transformar em algo novo, algo corrompido pela própria fama, no seu famoso traje, agora somente importando-se com sigo mesmo e esquecendo dos outros que tanto lutou para proteger nas produções anteriores, e nesse momento me dei conta que estava vendo um filme tão profundo e disfarçado que poucos iriam apreciar ou até mesmo entender.

Se eu estava receoso em relação ao roteiro que seria bombardeado por personagens, vi que tudo era um receio bobo, já que Alvin Sargent conseguiu amarrar toda a trama e personagens em uma teia complexa, mas perfeita que se manteria até mesmo com os mais fortes ventos ou falhas. Assisti uma complexidade, poucas vezes alcançadas em qualquer adaptação de outra mídia, assisti o amadurecimento dos personagens e dos atores, que mergulharam cada vez mais na fonte de seus personagens, assisti o que todo filme deveria ser: Complexo, mas entretido ao mesmo tempo.

Os atores estavam cada vez mais interessados e inspirados em seus personagens, atores que antes não tinham me convencido em seus papéis, atores agora experientes e cientes do qual importante cada um era para a trama, mesmo James Franco relativamente fraco nos outros filmes mostrou a intensidade de Harry Osborn, como já era mostrado nos quadrinhos, confuso e a beira da loucura, J.K. Simons mais uma vez roubou a cena com seu perfeito, mas pequeno, J.Jonah Jameson, e o então terrível Tobey Maguire, se tornando de fato o Herói que todos queriam ser, porém a melhor surpresa das atuações foi a de Thomas Haden Church, que deu características mais humanas ao Homen-de-Areia, em um nível nunca atingido nos quadrinhos. Mas é claro que houve personagens que não foram utilizados da maneira correta, com Gwen e George Stacy, mas melhor assim, se não o filme ia ficar longo de mais, e com o serio risco de ficar confuso.

O diretor Sam Raimi, provou de uma vez por todas que ele está no ramo para dirigir da melhor maneira possível, ao mostrar que aprendeu tanto com suas falhas anteriores e com seus acertos. E graças a ele, que o filme manteve um clímax constante a assustador em vários momentos.

O filme falha somente nas piadas, que aparecem demais ao decorrer do filme, mas assim como a vida nada é perfeito, e todas essas pequenas falhas é o que deixam o longa com um sabor a mais.

Porém a melhor parte do filme são as constantes metáforas e lições inseridas ao longo dele, como que todos possuem um lado mais obscuro que nos corroe por dentro, que vem a explodir e mostrar o lado sombrio que tentamos esconder a todo custo, e que apesar de nossas falhas vindas desse lado, ainda podemos nos redimir em um último momento ou podemos morrer cercados pela mais terrível personalidade. E toda essa metáfora é vista a decorrer da evolução dos personagens, à medida que cada um faz suas escolhas, certas e erradas, e como eles agem depois de perceber o que fizeram, e também vem através da simbionte que corroe cada um até o ponto que a nossa verdadeira pessoa desaparece.

E ao sair do cinema consegui ver o termino d uma saga de uma maneira diferente da minha usual, a vi como um meio de um novo começo gerado do fim. E o mais importante para mim, o renascer da esperança cinematográfica, perdida com tantos filmes que visam somente o lucro e esquecendo do alvo em si, e mais uma vez ao longo dos anos, voltei a sentir calafrios ao ver uma cena distinta ou varias, o suor na mão de preocupação, e a felicidade de ter achado um filme que me resgatasse de uma geração MTV.

E mesmo que os críticos digam que este filme, não esteja na altura dos outros, e pouco me importo, já que tantos outros clássicos, só viraram tal com o decorrer do tempo, em que novos críticos perceberam a profundidade do tal, e ainda cito como exemplo o meu filme favorito: “Um Corpo que Cai”, que foi visto como um filme muito complicado e demais chato, assim como este, que nos deixa varias mensagens e uma esperança renovada.

Hannibal A Origem do Mal

Tuesday, May 1st, 2007

Hannibal A Origem do Mal

Muitos haviam me aconselhado a não assistir, mas mesmo assim eu queria ir ao cinema, e sendo esse o único filme em exibição que não assistira, decidi ver se era tão ruim quanto me diziam, e infelizmente era.
A grande culpa do filme ser tão ruim, é de Thomas Harris, criador de Hannibal Lecter, que acabou com todo o charme do personagem ao tentar justificar os atos do nosso canibal favorito, ao mostrar sua infância marcada pela morte de seus pais e irmã, durante a Segunda Guerra Mundial.
No meio de toda a bagunça do roteiro se vê atores desmotivados pela futilidade de seus personagens, que tentam a todo o custo melhorar o filme, mas essa é uma tentativa sem sucesso, outro que parece tentar melhorar o filme é o diretor Peter Webber, que parece estar perdido em todo o filme, colocando um estilo visual diferente no filme para acompanhar as seqüências de suspense, mas novamente sem sucesso.
Mas pensando bem, a seção não foi uma total perda de tempo, já que me deu oportunidade de pensar na vida.

The black is coming

Tuesday, May 1st, 2007

O contador do relógio já está se esgotando, em alguns dias chega o filme do nosso aracnídeo favorito, Home-Aranha 3, que pela quantidade de vilões pode se imaginar duas coisas: é o melhor filme baseado em uma HQ já feita ou é o pior, não acho que é possível um meio termo, mas se o longa já for tão bom quanto seu antecessor, já é algo, levando em conta que o Spidey 2 é por enquanto o melhor filme baseado em uma HQ já feita.
Devo colocar a critica do filme, algumas horas após velo, então até lá.