Comentava num post anterior que o Explorer 8, mesmo melhorando bastante o medíocre Explorer 7, errava feio na sua tentativa ou estratégia de fornecer a possibilidade de operar como se Google não existira na Internet (uma quimera).
A Intenção por trás disso esta bem clara, aproveitar a ainda elevada cota de utilização do Explorer na Internet (ainda superior ao 70%) para desviar os usuários às ferramentas alternativas fornecidas pela Microsoft (motores de busca e publicidade, principalmente).
Naquele post fiz a predição dum aumento a meio e longo prazo do resto dos navegadores (pois oferecer este tipo de possibilidade é uma estratégia muito arriscada e os usuários não são idiotas), mas eis que o Google reage da forma mais agressiva possível, lançando o seu próprio navegador, denominado Chrome, totalmente livre e de código aberto, porém ainda em versão Beta.
O Chrome, estará disponível em breve, como comentam no Blog Oficial da Google, entre as suas características destacam a possibilidade de gerenciar os erros de cada página web de forma isolada, com o qual, a possibilidade de que o Navegador trave no seu conjunto é mínima. Também se faz ênfase num motor java melhorado, porém, mais importante ainda, é que dada a natureza de código aberto do novo navegador, haverá versões nativas pra Linux e Mac.
Google esta mandando um recado grosso a Microsoft, um navegador com o respaldo da Google e orientado a código aberto, pode ser um míssil letal para o sistema das janelas, com os aplicativos migrando maciçamente do desktop para a web, o Chrome pode acelelar incrivélmente a migração para sistemas Linux.
Outra importante consequência a longo prazo, no meu ver, é que o Safari, vai tender a desaparecer. Apple deveria desisitir desse projeto, a comunidade, com o apoio de Google, simplesmente vai engolir todo o mercado de navegadores. No caso de Apple deveriam perguntar-se se não é melhor apoiar também o projero Mozilla.
Boas, não, ótimas notícias pra a comunidade de soft. livre. Mais uma vez fica patente a incompetencia de Ballmer para gerenciar a nova era da Microsoft.