Se você exerce um cargo de responsabilidade, é um líder social, sindical, ou ativista, há muitas probabilidades de que a resposta seja afirmativa.
Teoria da conspiração? Paranóia? Nada disso, simplesmente pura realidade.
A teoria do grande irmão não se considera mais uma paranóia, mas a crua realidade. Se você está empregado numa empresa medianamente importante, provavelmente a sua navegação pela Internet esteja sendo monitorada (e quem sabe bastante coisa da sua vida também). Você deve ter muito cuidado com o que fala (grampos), e muito mais com o escreve e coloca nos seus e-mails, pois pode ser demitido por justa causa se a empresa considerar que esta passando informações sigilosas.
Claro que a informação da empresa, por sua vez, provavelmente também esteja sendo alvo de ataques de outras empresas concorrentes (de diversas formas). Paralelamente, todas elas junto com você e toda pessoa que seja medianamente significante em alguma coisa na vida, estão sendo monitoradas agora mesmo por macrosistemas ao serviço de diversos governos.
Vigilantes que vigiam outros vigilantes, vigilantes que se vigiam entre sim, vigilantes que vigiam você e eu, vigilantes que pensam que estão sendo vigiados até quando não estão. A situação é paranóica, porém real. Os internautas começamos a nos sentir como os cidadãos de países totalitários como Cuba ou China, onde tudo é monitorado é falar demais pode ser fatal.
As justificativas dos governos são bem conhecidas, o terrorismo, o crime organizado, bisbilhotar pra nos proteger… A verdadeira realidade, redes de interesses corporativos numa guerra cruzada extremamente complexa de dimensões mundiais, onde o público e o privado se misturam, sobrepondo-se aos nossos direitos individuais.
De fato, pode se dizer que a terceira guerra mundial já começou, foi naquele fatal 11 do Setembro, só que é uma guerra difusa, de longo percurso, uma guerra onde a tecnologia joga um papel fundamental, onde o domínio das economias não só se faz pela força (seguindo o esquema clássico dos antigos impérios), mas com a ajuda das multinacionais, e onde todos somos participes de alguma forma. Não há bombas nucleares (por enquanto) mas ações bélicas focalizadas e espionagem massivo constante.
Todos estamos sendo monitorados de alguma forma.
Isto é Netmind
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