Pois é, a Microsoft quer movimentar-se rápido, reagir, e ocupar posições no pujante mercado dos notebooks de baixo custo. Como sempre, a gigante de Redmond descobrindo tarde as tendências do mercado e correndo atrás do prejuízo, algo tradicional nela (ou seja, a clássica e medíocre estratégia de sempre esperar a ver que acontece e depois agir com velocidade).
Lembremos que este segmento foi descoberto pela ASUS com os seus EeePC. Actualmente enormes mercados em expansão como o da China, India, e sem ir mais longe, aqui mesmo no Brasil, estão de olho neste tipo de produtos. Eis uma verdadeira revolução que promete pressionar os preços dos notebooks ainda mais para baixo
Inicialmente o sistema operativo oferecido com este tipo de equipamentos era quase exclusivamente Linux, posteriormente, o sucesso dos mesmos e sua popularização fez com que muitas pessoas demandassem a inclusão de Windows nos mesmos.
Nada contra, o velho XP ressuscitando mais uma vez dentre os mortos para salvar a Microsoft (veja um velho post sobre o assunto envolvendo o OLPC). E devem existir planos para versões “Light” do Vista para este tipo de equipamentos, acreditem se quiser.
Asus anuncio a nova geração do seu bem sucedido EeePC (sinceramente, odeio este nome). A tela passa a ter 9 polegadas (8.9 para ser exatos) e uma resolução de 1024 x 600 (widescreen) tal e como se esperava. Esta alteração não afeta ao seu tamanho, já que que o que varia é a disposição dos altofalantes que antes estavam nos laterais da tela.
No novo EeePC encontramos também mais memória (1 GB) e um touchpad de tipo multi-touch com função FingerGlide para utilizar o touchpad com más de un dedo nos aplicativos que façam uso de zoom.
A câmera integrada possui agora 1.3 MPixels, encontraremos também três conectores USB 2.0, um conector VGA e leitor SD/MMC. A duração da bateria será de 2.5 horas (com 4 células) e de 3.5 horas (com 6 células). Na minha opinião esta duração é o verdadeiro ponto fraco deste produto. A duração é baixa para um dispositivo focado na portabilidade. Eu sacrificaria 100 gramas a mais de peso e colocaria uma duração de 5 horas.
Em relação ao processador, rumores apontam a utilização do novo processador Atom de Intel, ao invés do celeron da serie 700, no entanto, ASUS não confirmou nem negou, só esclareceu que CPU será Intel. Seria bom colocar o novo Atom, já que o baixo poder de processamento era outro dos pontos fracos do produto.
Haverá duas versões, uma com Linux e outra com Windows, no entanto a versão de Windows terá um disco de estado sólido menor (12 GB) que a de Linux (20GB), provavelmente para compensar os gastos de licenciamento do sistema. 20 GB esta ótimo para este classe de dispositivo.
Bem, todo isto em só 990 gramas de peso, fator principal do seu sucesso. Mas como disse, eu preferiria um pouquinho mais a peso e mais duração da bateria. Em todo caso, lá esta toda a flexibilidade do Linux em menos de um quilo.
Esperemos encontra-lo pronto nas prateleiras do Brasil a um preço que não seja abusivo.
Seguindo a trilha do sucesso do EeePC, o notebook ultraportável da Asus, vários fabricantes estão desenvolvendo ou lançando equipamentos similares, eis o caso do Think Cloudbook da Everex que já esta disponível nos Estados Unidos a um preço que ronda os 400 dólares.
Think CloudBook da Everex
No modelo da Everex, destaca-se em relação ao seu concorrente direto da Asus, o Eee PCC, a maior duração da bateria (até 5 horas segundo o fabricante) e o HD de 30 GB, um espaço de armazenamento bem razoável para um equipamento deste tamanho.
A estas alturas, resulta evidente que o segmento dos ultraportáveis de baixo custo é o novo filão do mercado. Trata-se de um segmento que atende aos usuários que precisam de extrema portabilidade e requerem poucas exigências técnicas, basicamente, navegação pela internet, e-mail e edição de textos e planilhas.
O baixo preço, a extrema leveza e o pequeno tamanho de este tipo de equipamentos, são a tríade que garantem o seu sucesso.
Contrariamente ao que pensam alguns especialistas, não se trata de uma moda passageira. Este tipo de equipamentos vieram para ficar, e, provalvemente, asistiremos a uma sadia competição por ver que fabricante lança o ultraportável com melhor relação preço/qualidade.
Asus apresentou os seus nuevos Eee-TV baseados em Linux. Trata-se de uma televisão LCD de 42 polegadas a qual tem-se agregado tecnologia PC com processador celeron (em principio) e sistema operativo Linux, o que qualifica o produto para navegar pela internet e ler o correio eletrônico. Em Register Hardware podemos ver una foto do produto.
Mais do que um diferencial muito interessante em relação aos LCD normais a venda no mercado, pode tratar-se da vanguarda de uma tendência que pode impulsionar muito a plataforma Linux no mercado, caso os demais fabricantes tomem boa nota das vantagens de custo e possibilidades tecnológicas que envolve trabalhar com um sistema free nos seus produtos.
Somemos a isso que os televisores LCD mais avançados atualmente possuem leitores de cartões SSD e HD’s. Isto supõe que futuramente pode se montar todo um mercado lúdico de downloads de videogames e filmes em televisões domésticos. Os jogos poderiam ser financiados e combinados com publicidade na nova televisão digital o que definitivamente faria decolar Linux como plataforma dominante. A Microsoft que se cuide, emobra imagino que já estarão preparando alguma resposta, tipo vender um “MiniVista” a preço de banana para evitar o desastre.
Asus também anuncio a implementação de telas maiores e com tecnologia tactil para sua proxima geração de Eee-PC. Enquanto isso no Brasil, o Eee-PC a 1.200 reais (mil no Mercado Livre), quando era para ser algo em torno de 800 reais no máximo. Eis a famosa democratização da informática no Brasil.
Em Clipset.Net fizeram um interessante análise do ultra-portável da ASUS, embora em espanhol achei muito interessante para ter um adiantamento do produto que também deve chegar ao Brasil.
Leio em zumoblog que Asus esta prestes a comercializar o seu ultraportátil, também denominado EeePC, no Brasil.
O referido blog aponta para o modelo um preço de aproximadamente 1.100 reais. Sinceramente, me parece um preço alto (como quase tudo aqui na terra dos tupiniquins) para o conceito. Esperava algo menos (sobre tudo com as novas vantagens fiscais e o câmbio do dólar), algo em torno de R$ 800 seria aceitável e atingiria um escopo de mercado maior.
Aqui vai minha análise do EeePC (opa lasquei minha língua de novo) em poucas palavras…
Acertos da ASUS
O conceito (coisa básica porém funcional, sobre tudo com Linux)
O notebook de baixo custo da ASUS, também conehecido como EeeePC (alguém deveria falar para ASUS que essa nomenclatura é um porre em tempos de globalização) está, finalmente, a ponto de sair ao mercado.
ASUS, EeePC (Fonte Wikipedia)
As características dos modelos que serão comercializados já foram publicadas pela ASUS no seu site. Ao final teremos 4 modelos com capacidades de armazenamento flash entre 2 e 8 GB e memória ram de 512 MB e 1GB segundo o modelo. Os mais avanzados terão câmera e uma autonomia maior (ate três horas e meia). Ressalta-se também o pouco peso destes modelos, inferior a 1 Kg.
Parece que ao final a industria esta percebendo o enorme mercado potencial destes aparelhos, e criando “cojones” para encarar o desafio (ver o meu post “faltam cojones!!!” falando do assunto), no entanto, alguns fatos vem a obscurecer, no meu entendimento, esta percepção.
Em primeiro lugar, o preço de comercialização parece que será maior do que aqueles 200 dólares anunciados inicialmente para os modelos básicos.
Em segundo lugar, parece que além de Linux, teremos como opção de sistema operacional o velho XP. Resulta muito dificil colocar o “frankie” vista num aparelho peso leve destes com o qual os usuários windows se encontraram com uma máquina que dificilmente poderá ser atualizada futuramente e diante de um sistema que vai ser descontinuado. Claro que sempre poderão instalar um Linux novinho em folha nele
Pois é
Não é que ao final pelo menos alguns fabricantes criaram “cojones” para lançar o Eee PC de baixo custo. O Eee PC da ASUS já foi anunciado para setembro.
A ASUS esta de parabéns (por enquanto), porém falta saber quando chegaram no Brasil e a que preço…