Sep 15 2007

Simpsons O Filme

Publicado por joaomicuansky Seções Cinema e TV, Crítica

Foram 18 anos esperando pelo longa metragem dos “Simpsons”, e percebesse que eles foram necessários pela construção e desenvolvimento do filme, deixe me explicar: Os anos que passaram, foram necessários para que os roteiristas conseguissem fazer um filme e não um episodio estendido, porém ainda sim, temos a sensação de estar vendo um logo nos 20 minutos iniciais, depois disso o longa finalmente engata, num roteiro que traz as melhores sátiras e criticas do que a série fez nos últimos anos.

O filme também toca no lado mais humano, que a série em si já fez, mostrando um vinculo de pai e filho e marital, desses momentos é que saem os momentos mais tocantes e que realmente movem o filme. Ainda sim vai a pergunta pro seu cérebro “Pra que assistir isso se tem de graça na televisão”, uma pergunta que até mesmo Homer faz no começo, e pra esta pergunta não existe uma resposta simples, isso vem de cada um.

Outro ponto alto do filme é a maravilhosa e envolvente trilha sonora de Hans Zimmer e as participações do Green Day, numa excelente referencia ao Titanic, e o Tom Hanks num dos mais hilariantes momentos do filme.

O filme em si é um espetáculo, só que ele sofre um grande problema: ser muito ou pouco parecido com a série que o criou.

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Sep 07 2007

Treze Homens e mais um Segredo

Publicado por joaomicuansky Seções Cinema e TV, Crítica

O terceiro (e esperemos que final) capitulo da serie cinematográfica de Soderbergh, talvez seja muito mais do que muitos esperavam, começando por mim, que esperava mais uma desculpa multimilionária para fazer uma seqüência dos outros geniais filmes, mas todo mundo se engana.

Porém existe uma diferença básica deste filme, pra os seus antecessores: as reviravoltas que sempre estavam nos outros, já não se encontram nesse, mas já não seria preciso se pensar bem, afinal já era de se esperar que se encontrasse no filme ao menos uma no decorrer da trama, mas a falta disso talvez seja o diferencial.

Assim como no ultimo filme da saga, já conhecemos os personagens, então não é preciso muita enrolação e podemos partir para a trama, que envolve a vingança da Turma de Ocean contra magnata proprietário de um cassino em Las Vegas, que enganara um dos amigos da trupe. Os atores em ambas partes estão excelentes, tão ou melhor do que antes,e Al Pacino que pela primeira vez entra no filme, parece esta bem confortável no personagem do tal Magnata proprietário de um cassino, diria que é a melhor atuação cinematográfica que ele proporciona em anos.

O grande trunfo do filme, assim como dos outros é Soderbergh, que concentrou uma ótima trama, com excelentes aquisições no elenco e mantendo boa parte do original. E ainda consegue manter um bom tributo ao original, ”Onze Homens e um segredo”, juntando ótimos momentos de ação e mais concentrados momentos cômicos, algo que os outros filmes não possuíam tanto.

No final, só pode se dizer que “Treze Homens e mais um Segredo”, é mais do que um simples Blockbuster, este possui alma, coração e cérebro, o que vem faltando em Hollywood ultimamente.

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Aug 27 2007

Transformers

Publicado por joaomicuansky Seções Cinema e TV, Crítica

Transformers talvez seja a maior surpresa para mim esse ano, talvez porque eu esperava nada mais do que um simples blockbuster com a única intenção de lucrar, o que não deixa de ser verdade, mas há algo a mais dessa vez, de fato há por que o filme consegue se dividir de burro pra esperto varias vezes em torno da sessão.

O filme é um misto pra ser logo direto, age como um bom veiculo pra os fãs dos robôs do longa e ainda sim consegue entreter aqueles que só querem algumas boas horas de diversão. O roteiro não pode ser prestigiado por ser bom, mas com certeza por não ser ruim, quando tinha tudo pra ser, afinal vamos rever a formula antes do lançamento.

Michael Bay + Filme dos Transformers + Filme quase apocalíptico = Só pode dar merda

Mas conseguiu ser mais do que isso até mesmo a peculiar, pra não dizer terrível direção de Bay, parece finalmente funcionar desde Armagedon. É claro que não deixa de ser um filme de ação dos Transformers, e que você só está vendo porque é estréia, mas dessa vez esqueça isso, caso seja o mais puritano dos cinéfilos, e deixe o filme te levar.

Mas mesmo sim as atuações não deixam de ser medianas, e pra provar isso, os atores que dão voz pra os gigantescos Robôs ainda sim são melhores, mas bem nada é perfeito.

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Aug 27 2007

Shrek 3

Publicado por joaomicuansky Seções Cinema e TV, Crítica

Shrek 3, é sem duvida o mais fraco da trilogia, mas a pergunta é quão mais fraco? Para inicio de conversa o problema mesmo se encontra no roteiro, que diferente dos outros mostra uma trama mais séria esquecendo de que não é um filme que nasceu para ser tão serio, as piadas também são muito idiotas e pouco divertidas, salve algumas exceções, poucas que porém existem.

Outro charme que se encontrava nos outros filmes, era as infinitas referencias populares que habitavam o mundo do ogro verde, que nesse se encontram quase impossíveis de achar, e quando se vê uma, também se vê que foi mal aproveitada, ou que foi simplesmente ridícula. Os gráficos continuam melhorando, porém não foi pra isso que fui ver o filme, e como em um filme de animação são poucas as categorias que se pode avaliar, só encontrei um veredicto, há de que esse filme recicla o que tem de melhor nos outros esquecendo de um publico mais adulto e concentrado nas crianças, que não exige muito cérebro, ou em outras palavras, a equipe técnica não teve muita motivação dessa vez.

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Aug 22 2007

Zodíaco

Publicado por joaomicuansky Seções Cinema e TV, Crítica

Como já fora dito, agora que estou colocando as criticas de filmes previamente vistos, e pra recomeçar escolhi o maravilhoso suspense que é: Zodíaco.

Comparações com o filme anterior de Fincher, não fugiram da minha cabeça, mas tudo bem, já que esse é um longa distinto do filme serial killer anterior. O maior trunfo deste longa continua sendo a genial direção de David Fincher, que se redimiu de Quarto do Pânico, com um thriller que envolve cada parte de nosso cérebro, criando uma estranha porém agradável sensação de continuo envolvimento com o filme. O estilo de câmera utilizado, a Thomson Viper, foi muito importante na criação do ambiente do filme.

O roteiro de James Vanderbilt, conseguiu tirar o melhor do livro homônimo de Robert Graysmith, e transformar uma ainda mais envolvente trama que como já disse nos envolve até o fim da sessão.

As atuações do filme são muito boas, especialmente do trio masculino principal, Jake Gyllenhaal, em sua melhor atuação desde Brockeback Mountain, consegue carregar o filme, algo que talvez não acontecesse com outro ator. Robert Downey Jr. Consegue outra vez se afastar da vida pessoal e criar um cada vez mais interessante Paul Avery. Mark Ruffulo entrega a melhor atuação de sua vida no intrigante detetive David Toschi.

Mas “Zodíaco” não é um quebra cabeça a ser resolvido, é mais como um objeto de estudo, um bem interessante.

 

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Jun 07 2007

Não Julgue um Livro pela Capa

Publicado por joaomicuansky Seções Cinema e TV, Crítica

The Loch Ness Horror
Se houve algum filme que eu realmente julguei pela capa este foi, “The Loch Ness Horror”, filme B dos anos 80, pelo pôster ao lado e sabendo que era dos anos 80, eu imaginava que no minimo viria um roteiro razoável, com efeitos especiais excelentes para época ou pelo menos boas atuações, mas em nada eu acertei.

Por causa do pôster, fiz uma intensa procura pelo filme, e só consegui-lo com muita dificuldade baixando, porém tudo foi tempo perdido já que nela não havia nada que se podia salvar. O roteiro não merece nem ser chamado de B, já que ao menos a maioria do filmes B ainda conseguem entreter de alguma maneira, e concerteza este não foi um deles. Outro ponto negativo são as atuações do longa, que parecem que foram deixadas em um piloto automático bem vagabundo, porém este nem é o pior de tudo, já que os efeitos especiais são os mais vagabundos, vendo que o monstro do lago Ness não passa de um brinquedo de borracha, que mal abre a boca.

Bem se tiverem a oportunidade de terem em suas mãos esse filme, destruam por tudo que há de mais sagrado.

E ainda tiverem alguma ponta de duvida em relação ao filme, clique aqui para ver um dos piores trailers já feitos.

Obs:Deveria haver uma cotação de strelas aqui, porém não há nada que preste no filme.

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Jun 01 2007

Piratas do Caribe no fim do mundo

Publicado por joaomicuansky Seções Cinema e TV, Crítica

Piratas do Caribe no fim do mundo
O que se deve esperar de Piratas do Caribe no fim do mundo? Essa é uma pergunta bem individual, já que existe uma parcela da população que foi ou vai ver o filme somente para se divertir, a outra parte vai para tentar ver um filme de qualidade, o que muitas vezes não consegue, porém eu fui ver o filme sem expectativa alguma, com a esperança de que as minhas expectativas não atrapalhassem o meu ponto de vista critico, mas nem isso ajudou muito.

O maior erro de “Piratas do Caribe 3”, talvez seja a sua própria existência, afinal todo o roteiro do filme foi feito apressadamente pela pressão dos executivos da Disney com somente uma intenção: Ganhar dinheiro, e bem desse principio começa todo os outros problemas, é visível que o roteiro foi feito às pressas, e juntou o que tinha de bom do primeiro filme da saga com cenas de ação, mais uma explicação para a trama do mesmo.

A primeira hora do filme, não passa de uma introdução um tanto forçada e algumas exageradas, para o grande ato: a luta entre duas facções diferentes, e por causa disso por muito tempo nós vemos uma desculpa para o uso de personagens mal utilizados, que além de não acrescentar nada a trama, só atrapalha, como a Tia Dalma, que por mais pequena que fosse sua participação no filme anterior, esta ao menos estava na medida certa, seu personagem neste filme além de cansativo, foi bastante previsível e falho de informações concretas.

Outro ponto negativo é a má utilização de Jack Sparrow, que se no primeiro filme demonstrou personalidade, no segundo um instrumento para cenas de ação, neste não passa de uma marionete em varias lutas, porém é visto que Johnny Depp ainda consegue transmitir charme ao personagem, que não tem tantas chances de brilhar como no primeiro longa.

Mas na falta de Jack Sparrow, nós ainda temos duas interpretações que conseguem deixar a tela tensa e mais divertida, e os atores que conseguem passar tais emoções são, Bill Nighy, na pele do principal vilão do filme, Davy Jones, que consegue passar um carisma que somente grandes vilões cinematográficos conseguem e ainda atuação equilibrada em diversas cenas, o outro ator é Geoffrey Rush, que se mostra mais insano do que já visto na pele de Barbosa, e consegue trazer o mesmo carisma do primeiro filme com algo mais.

Porém o melhor momento do filme, é sem duvida a grandiosa batalha final, que consegue superior a batalhas dos filmes anteriores e ainda cativar e amedrontar a platéia em certos momentos, mas mesmo assim ela não é perfeita por culpa de alguns momentos um tanto exagerados demais, além da morte de um personagem, que só serve para ele ressuscitar de novo, algo bastante prezado pela decadente Disney hoje em dia.

Mas quando você chega no fim da seção, para bem ou para o mal, uma sensação de alivio transborda pelo seu corpo, a sensação de missão cumprida.

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May 22 2007

Grindhouse

Publicado por joaomicuansky Seções Cinema e TV, Crítica

Tarantino e Rodriguez prometeram reviver o gênero Grind House, se havia duvidas que eles conseguiriam, todas foram por água abaixo após ver a sessão dupla de um cinema revivido.

Apesar de não ter conseguido esperar o filme ter chegado aqui, garanto que os verei novamente, já que as sessões infelizmente separadas, virão cenas a mais, mas vamos cortar a enrolação e ir direto ao assunto.

Como já havia dito Tarantino e Rodriguez conseguiram trazer de novo um gênero há muito adormecido de uma maneira única e simplesmente genial, em dois longas-metragens e quatro trailers falsos, que homenagearam o gênero já discutido, mas para falar melhor dessas únicas atrações vamos começar por partes.

“À Prova de Morte” ou “Prova de Morte (Como está sendo erroneamente batizado no Brasil)” longa de Tarantino, brinca em aproximadamente 85 minutos com a trama do Dublê Mike, um maníaco que dirige um Chevy Nova 70 modificado, para matar suas vitimas, porém o Serial Killer, acaba virando de caçador à caça, quando um quarteto de moças lideradas pela atriz Zoe Bell decidem ir atrás de Mike. Cheio de seqüências de perseguições sem CGI, Tarantino consegue fazer o mais puro roteiro Trash, virar uma obra única cinematograficamente falando, outro ponto alto deste segmento é o ator Kurt Russel, que faz um de seus melhores personagens e o melhor em anos.

O próximo segmento é o de Rodriguez, intitulado “Planeta do Terror”, que no mínimo foi bem traduzido. Neste segmento é visto uma historia bem Trash, que vira bem divertida e feita nas mãos de Rodriguez, a historia gira em torno do típico herói amargurado que se vê em torno de vários zumbies, e tem que matá-los além de reencontrar a sua ex-namorada. Porém uma das melhores partes do filme é o seu visual envelhecido, e quando cenas em que deveria haver sexo, é cortada por segmentos dizendo que este rola havia sido perdido, que é algo genial, apesar de não ser melhor que o de Tarantino, Rodriguez não tem do que se envergonhar.

Outra atração deste longa são os trailers falsos, que não sei se serão exibidos aqui no Brasil, entre eles podemos citar “Machete”, que conta a historia de um mercenário mexicano que é traído pelos próprios amigos resolve buscar vingança, esse segmento vai até virar um filme direto para DVD nas mãos de Rodriguez.

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May 05 2007

Homem-Aranha 3

Publicado por joaomicuansky Seções Cinema e TV, Crítica

Homem-Aranha 3
Tudo que eu queria de Homem-Aranha 3, era que ele fosse bom, terminasse uma saga com dignidade e honra, e ao entrar no cinema, tentei não me encher de expectativas, para que isso não interferisse na minha visão do filme, então sentei na poltrona, e esperei que os créditos começassem, e…

….Lá estava ele mais uma vez, usando seu traje tradicional, se pendurando pelas ruas de Nova York, algo normal até então, mas nos quinze minutos que se seguiram, vi toda uma esperança desaparecer nas minhas mãos e a frustração começar, algo normal para mim quando eu vou a o cinema, porém quando eu já estava decidido a sair do cinema, eis que algo me chama a atenção, e rapidamente volto a prestar toda atenção no longa, a face caricata do herói bastante conhecido começou a ficar mais humana, até mesmo em relação ao segundo filme. Vimos Peter Parker se transformar em algo novo, algo corrompido pela própria fama, no seu famoso traje, agora somente importando-se com sigo mesmo e esquecendo dos outros que tanto lutou para proteger nas produções anteriores, e nesse momento me dei conta que estava vendo um filme tão profundo e disfarçado que poucos iriam apreciar ou até mesmo entender.

Se eu estava receoso em relação ao roteiro que seria bombardeado por personagens, vi que tudo era um receio bobo, já que Alvin Sargent conseguiu amarrar toda a trama e personagens em uma teia complexa, mas perfeita que se manteria até mesmo com os mais fortes ventos ou falhas. Assisti uma complexidade, poucas vezes alcançadas em qualquer adaptação de outra mídia, assisti o amadurecimento dos personagens e dos atores, que mergulharam cada vez mais na fonte de seus personagens, assisti o que todo filme deveria ser: Complexo, mas entretido ao mesmo tempo.

Os atores estavam cada vez mais interessados e inspirados em seus personagens, atores que antes não tinham me convencido em seus papéis, atores agora experientes e cientes do qual importante cada um era para a trama, mesmo James Franco relativamente fraco nos outros filmes mostrou a intensidade de Harry Osborn, como já era mostrado nos quadrinhos, confuso e a beira da loucura, J.K. Simons mais uma vez roubou a cena com seu perfeito, mas pequeno, J.Jonah Jameson, e o então terrível Tobey Maguire, se tornando de fato o Herói que todos queriam ser, porém a melhor surpresa das atuações foi a de Thomas Haden Church, que deu características mais humanas ao Homen-de-Areia, em um nível nunca atingido nos quadrinhos. Mas é claro que houve personagens que não foram utilizados da maneira correta, com Gwen e George Stacy, mas melhor assim, se não o filme ia ficar longo de mais, e com o serio risco de ficar confuso.

O diretor Sam Raimi, provou de uma vez por todas que ele está no ramo para dirigir da melhor maneira possível, ao mostrar que aprendeu tanto com suas falhas anteriores e com seus acertos. E graças a ele, que o filme manteve um clímax constante a assustador em vários momentos.

O filme falha somente nas piadas, que aparecem demais ao decorrer do filme, mas assim como a vida nada é perfeito, e todas essas pequenas falhas é o que deixam o longa com um sabor a mais.

Porém a melhor parte do filme são as constantes metáforas e lições inseridas ao longo dele, como que todos possuem um lado mais obscuro que nos corroe por dentro, que vem a explodir e mostrar o lado sombrio que tentamos esconder a todo custo, e que apesar de nossas falhas vindas desse lado, ainda podemos nos redimir em um último momento ou podemos morrer cercados pela mais terrível personalidade. E toda essa metáfora é vista a decorrer da evolução dos personagens, à medida que cada um faz suas escolhas, certas e erradas, e como eles agem depois de perceber o que fizeram, e também vem através da simbionte que corroe cada um até o ponto que a nossa verdadeira pessoa desaparece.

E ao sair do cinema consegui ver o termino d uma saga de uma maneira diferente da minha usual, a vi como um meio de um novo começo gerado do fim. E o mais importante para mim, o renascer da esperança cinematográfica, perdida com tantos filmes que visam somente o lucro e esquecendo do alvo em si, e mais uma vez ao longo dos anos, voltei a sentir calafrios ao ver uma cena distinta ou varias, o suor na mão de preocupação, e a felicidade de ter achado um filme que me resgatasse de uma geração MTV.

E mesmo que os críticos digam que este filme, não esteja na altura dos outros, e pouco me importo, já que tantos outros clássicos, só viraram tal com o decorrer do tempo, em que novos críticos perceberam a profundidade do tal, e ainda cito como exemplo o meu filme favorito: “Um Corpo que Cai”, que foi visto como um filme muito complicado e demais chato, assim como este, que nos deixa varias mensagens e uma esperança renovada.

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